Quando a licença maternidade está prestes a acabar e a mamãe precisa voltar a trabalhar, surgem os grandes questionamentos: O que fazer com o bebê?Levar para um berçário ou creche ou deixar em casa com a babá? Deixar na casa dos avós? Criança que vai para a escola cedo fica mais esperta? Será que o bebê vai adoecer muito em contato com outras crianças?  Alguns pais têm medo de levar a criança ainda bebê para escolinha, outros acham que quanto mais cedo a criança for para escola, melhor será o seu desenvolvimento. Com a influência de amigos e familiares, os pais acabam ficando perdidos na hora de tomar esta decisão. Algumas dicas são valiosas para decidir se está na hora do seu filho ir para escola ou não: Pelo menos um de vocês, pai ou mãe,  está disponível para ficar com a criança o dia todo? Se não estão disponíveis, tem alguém de confiança para ficar com a criança? Essa pessoa, além de ser de confiança, segue os combinados e acordos feitos com vocês em relação à alimentação, repouso, banho e atividades que devem ser feitas com a criança ao longo do dia? Isso é um ponto muito importante, pois é um dos aspectos que mais gera atrito nas famílias Ela está preparada para lidar com situações de emergência? Sabe tomar uma decisão rápida? Ela é assídua e pontual, para não atrapalhar a rotina de vocês no trabalho? Se a criança tiver com quem ficar em casa, que atenda  todos os requisitos acima, a ida  para a escola pode ser adiada. Aí, entram em questão outros aspectos: Qual a importância que a família dá à socialização desde bebê? Seu filho tem com quem socializar em casa ou vai ficar na frente da TV ou tablet? Quão ansiosos vocês estão em relação à aquisição de linguagem e outras habilidades físicas e motoras por parte da criança? Vocês acham importante que a criança tenha autonomia e independência na realização de atividades rotineiras desde cedo? Vocês consideram uma rotina estruturada importante para a vida? Se estas perguntas são relevantes para vocês, colocar a criança na escola o quanto antes é o ideal, afinal, na escola a criança estará interagindo com outras crianças e negociando sentidos, espaço, brinquedos, enfim, aprendendo a conviver com outros e a dividir.  Além disso, a escola irá proporcionar estímulos pedagógicos que babás, pais, tios, avós, não estão preparados para oferecer, o que faz com que a criança se desenvolva mais rapidamente e vivencie sua rotina de alimentação, banho, brincadeiras de forma mais independente. A escola também ajuda na estruturação da rotina da criança, pois lá ela terá horário estabelecido para tudo e dessa forma ela vai se acostumar mais facilmente à esta rotina por estar vendo seus colegas e as professoras aderindo à ela também. Como toda moeda tem dois lados, ao entrar em contato com outras crianças, sua criança também estará mais exposta à viroses, mordidas, machucadinhos, coisas que fazem parte desta convivência com colegas da mesma idade. Se isso é um problema para a família, talvez seja melhor esperar um pouco mais para colocar a criança na escola. Mas, lembrem-se que isso irá acontecer mesmo que a criança já esteja maior. A adaptação é outro ponto que costuma preocupar os pais. Apesar de parecer que bebezinhos teriam mais dificuldade em se adaptar do que os maiores, em geral, ocorre exatamente o oposto. Isso acontece porque a criança até 7  meses, mais ou menos, ainda não tem a ansiedade da separação que irá começar nessa fase e se estender até os dois anos. Portanto, se isso é uma questão importante para vocês, levar a criança até aos 6 meses ou depois dos 2 anos com certeza suaviza bem a questão da adaptação. De acordo com a LDB (Lei de diretrizes e Bases) é obrigatório o ingresso da criança na escola a partir dos 4 anos de idade. Até este período, cabe à família a decisão do melhor momento para criança começar seus primeiros passos na vida escolar. Atrasar ou adiantar este momento dependerá das demandas de cada família. O importante é saber se a criança está bem, segura e feliz e os pais também! Se sua criança for para a escola ainda bebê, não se esqueça de mandar uma mochila com várias peças de roupas, afinal é uma fase de descobertas e sujar faz parte!!!! Lembrando que as roupas devem ser confortáveis e práticas de serem manuseadas. Vejam alguns modelos.      
A ideia de usar uma peça que tem o conforto de um short e aquele toque fashion de uma saia não é de agora. O chamado short saia fez muito sucesso há uns 20 anos e parece que voltou com força total e para ficar. Uma peça que oferece conforto e segurança para quem gosta de usar saia, mas não quer ficar o tempo todo preocupada se algo a mais está aparecendo. Para as meninas mais espuletas é ainda mais indicado. Na nova coleção primavera/verão é possível encontrar muitos modelos de short saia para escolhe. O primeiro deles é aquele que é short atrás e saia na frente. O outro modelo é aquele que tem as pernas largas passando a ideia de que é uma saia. Claro que dentro desses dois modelos é possível encontrar uma grande quantidade de variações. Alguns modelos têm parte de saia apenas na lateral cobrindo uma perna por inteiro e outra de forma parcial. Há ainda os modelos que mais fashio, como o jeans, isso sem contar no short saia em estilo tumbler e tantos outros. Saiba que você pode encontrar shorts saias até mesmo para ir à academia ou à piscina. Calma, se você ficou confusa sobre como usar tantos modelos do festejado short saia confira os nossos modelos e dicas a seguir:   * O preto é básico e combina com todas as blusas e tops. O zíper lateral dá um charme a mais:    * Nada apertado fica bonito. O ideal é sempre ficar mais soltinho nas pernas:     * Os bordados dão sempre um toque mais sofisticado na peça:   Não importa o tecido, a lavagem ou o corte. O bacana é saber que ao vestir um short saia a garota estará com tudo para arrasar! Temos lindos modelos para vocês!
A baixa umidade do ar é muito comum nesta época do ano, mas toda atenção é pouca pois pode manifestar diversas complicações respiratórias e até mesmo piorar doenças que já existem no organismo. Por isso, é importante ficarmos em alerta quando o tempo começa a ficar seco. Quanto menor for a umidade do ar, mais cuidados devem ser tomados para evitar complicações alérgicas e respiratórias.   Por causa do tempo seco, acontece o ressecamento das vias aéreas que leva a doenças como, rinite e rinossinusite, e também a descompensação de asma e da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que diminuem as atividades respiratórias. As regiões sudeste e centro-oeste devem redobrar a atenção sobre a saúde, pois enfrentam os maiores problemas devido à falta de chuva e aumento no nível de poluição no ar. As grandes capitais sofrem ainda mais. Independentemente da região, os principais grupos de risco são os portadores de doenças respiratórias crônicas e os indivíduos mais expostos a ambientes de baixa umidade, além de crianças e idosos, é claro.   De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o nível ideal de umidade do ar para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Quando a taxa cai para 30% é considerada uma situação de alerta e prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/07/07/como-a-baixa-umidade-do-ar-afeta-a-saude-veja-como-se-proteger-dos-efeitos.htm?cmpid=copiaecola De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o nível ideal de umidade do ar para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Quando a taxa cai para 30% é considerada uma situação de alerta e prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/07/07/como-a-baixa-umidade-do-ar-afeta-a-saude-veja-como-se-proteger-dos-efeitos.htm?cmpid=copiaecola   De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o nível ideal de umidade do ar para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Quando a taxa cai para 30% é considerada uma situação de alerta e prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/07/07/como-a-baixa-umidade-do-ar-afeta-a-saude-veja-como-se-proteger-dos-efeitos.htm?cmpid=copiaecola De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o nível ideal de umidade do ar para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Quando a taxa cai para 30% é considerada uma situação de alerta e prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/07/07/como-a-baixa-umidade-do-ar-afeta-a-saude-veja-como-se-proteger-dos-efeitos.htm?cmpid=copiaecola Listamos algumas dicas importantes para não correr riscos respiratórios e se manter saudável quando o tempo está seco: Mantenha arejados todos os ambientes , umidificando-os com vaporizadores ou recipientes com água nos dias mais secos; Para evitar desidratação, é aconselhável consumir bastante líquido, no mínimo 2 litros por dia e evitar a prática de atividade física entre 10h e 16h, principalmente se for ao ar livre; Em casa, carpetes e cortinas que acumulam poeira devem ser lavados e aspirados com frequência. Atenção para os cantos dos cômodos que podem juntar pó; As roupas usadas neste período também merecem um cuidado especial e é o foco deste blog de hoje. Crianças e adolescentes têm hoje o poder de escolha do que usar, mas a orientação dos pais é fundamental neste sentido. As peças devem ser leves e confortáveis. As meninas podem optar por shorts, vestidos ou saias. Já os meninos, bermudas e camisetas são ótimas escolhas.  Se uma  das peças tiver o tecido mais sintético ( como o jeans), escolha a outra com maior porcentagem de algodão.   Não deixem de ver as novidades da Villa Bambini!!! Vestimos meninas do 0 ao 20 e meninos do 0 ao 16!!!           
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